Conheça as quatro linhas do projeto Trem InterCidades

Postado em: 23-08-2021 por:cptmcampinas | Visitas: 179 | Comentários:0

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Na semana passada, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos – STM lançou a consulta pública do projeto do Trem InterCidades, entre São Paulo e Campinas, além da concessão da Linha 7 e a extensão do trem metropolitanos até Campinas. Está aberta também a consulta pública, onde as minutas do edital fornecem detalhes sobre o projeto do TIC, incluindo suas quatro linhas.

Segundo o documento, o plano foi promovido a partir de 2012 como um projeto com estrutura de PPP para a implementação, operação e manutenção de uma rede integrada de mais de 400 km de linhas de trem que conectaria regiões metropolitanas do Estado de São Paulo, cruzando no centro da cidade de São Paulo.

O objetivo do novo sistema proposto é estabelecer uma rede ferroviária estruturada em eixos para atender às demandas de viagens entre cidades-polo das Regiões Metropolitanas e Aglomerados Urbanos do Estado de São Paulo. A proposta é ter linhas ferroviárias com modernos padrões de serviços e tempos de viagens competitivos, como modal alternativo para o atendimento de passageiros dos atuais serviços rodoviários.

A proposta prevê quatro linhas principais:

  • Eixo Norte: São Paulo-Americana:
    É projeto que começará a ser implantando, e em sua primeira fase até Campinas
  • Eixo Sul: São Paulo a Santos
    passando pelo ABC e Cubatão
  • Eixo Leste: São Paulo a Sorocaba
    passando por São Roque
  • Eixo Oeste: São Paulo a Pindamonhangaba
    passando por São José dos Campos e Taubaté

Eixo Oeste
O trem até Sorocaba está atrelado à concessão das Linhas 8 e 9 da CPTM, que serão assumidas pela ViaMobilidade em janeiro de 2022. Se um dia o Governo Estadual implantar o eixo, a operação ficará a cargo da operadora privada.

Eixo Sul
O trem para Santos chegou a ser cogitado para fazer parte da concessão do TIC Eixo Norte e as Linhas 7 e Tim, além da Linha 10.

Fonte: ABIFER

Leilão do Trem Intercidades será em abril de 2022.

Postado em: 19-08-2021 por:cptmcampinas | Visitas: 103 | Comentários:0

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Prazo de concessão será de 30 anos; haverá três tipos de serviço; investimentos totais serão de R$ 8,57 bilhões e não haverá integração entre TIC e trem metropolitano; Serviço 710 deixará de existir

Em audiência pública realizada na cidade de Campinas, interior de São Paulo nesta segunda-feira, 16 de agosto de 2021, o Governo do Estado detalhou como pretende fazer a concessão do sistema ferroviário que envolve a Linha 7-Rubi da CPTM, criando o Trem Intercidades.

Segundo o cronograma estimado pelo governo, o leilão que vai conceder a linha deverá acontecer em abril de 2022, com o edital deste certame sendo divulgado em dezembro de 2021.

Na concessão, estará envolvida além da operação da Linha 7-Rubi, a criação do Trem InterMetropolitano (TIM) e o Trem Intercidades (TIC).

Assim, serão três serviços:

  • Linha 7-Rubi
    Será operada entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Francisco Morato.
  • TIM (Trem InterMetropolitano)
    Operado entre Francisco Morato e Campinas
  • TIC (Trem Intercidades)
    Operado entre Barra Funda e Campinas, com uma parada em Jundiaí.

No caso do TIC, serão 101 km de extensão em todo o trecho, três estações e uma estimativa de viagem no tempo de 1 hora e 4 minutos, com 800 passageiros apenas sentados por viagem.

Para ela serão comprados, 15 novos trens e com a capacidade de altas acelerações, podendo chegar a velocidade de 140 km/h durante a viagem.

Já a linha 7 e o TIM terão operação com um total de 45 trens, sendo 38 trens já existentes e sete que serão comprados.

A tarifa aplicada nos dois serviços será a vigente nas demais linhas e sistemas metropolitanos ferroviários, atualmente correspondente ao valor de R$ 4,40.

O Trem Intercidades, por sua vez, deverá ter uma tarifa base referencial equivalente ao preço praticado pelo transporte por ônibus no mesmo trajeto entre a capital paulista e Campinas, com o valor máximo podendo chegar até R$ 55,30

Os investimentos totais serão de R$ 8,57 bilhões, divididos em três partes.

A primeira corresponde ao investimento direto no material rodante, ou seja, nos trens do TIM e TIC, num total de R$ 1,67 bilhões.

Para a modernização da Linha 7-Rubi será destinado um valor de R$ 2,15 bilhões ao longo da concessão e os outros R$ 4,75 bilhões vão ser destinados para melhorias na infraestrutura de todo o traçado, incluindo sistemas de energia, sinalização, via permanente e estações.

A Linha 10-Turquesa, foi deixada de fora do projeto. O secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, chegou a declarar que a linha 10 poderia ser incluída, o que não ocorreu.

O serviço 710, que une as linhas 7 e 10, na prática, deixará de existir.

Prevendo a segregação das vias, será feito pelo concessionário em conjunto com a MRS Logística que opera o sistema de transporte de carga entre Campinas e Barra-Funda, o processo de separação das operações, criando uma via exclusiva para a circulação de trens de carga, afim de eliminar um problema atual gerado pelo compartilhamento destas vias, interferindo em muitos casos no tempo total de viagem.

A concessionária operadora deste sistema será paga pelo sistema de PPD (Pagamento Por Disponibilidade), ou seja, ela será remunerada conforme o seu rendimento.

O valor total será uma parte fixo e outra composta desta variável como prestação do serviço de trem parador ente Palmeiras-Barra Funda e Francisco Morato e o Trem InterMetropolitano, eliminando um risco contratual causado pela covid-19 e a sua variável demanda de passageiros por dia.

A concessionária ainda poderá obter receitas de outras fontes além da tarifa, como o aluguel de espaços comerciais, propagandas publicitárias, sejam cartazes ou mídia digital por exemplo, aluguel de espaços físicos em estações, estacionamentos de veículos em áreas de sua responsabilidade e também no chamado “serviço de bordo” que venha a ser oferecido no TIC como alimentação na viagem.

 

Sobre a licitação

O leilão acontecerá, segundo a previsão em abril de 2022, na B³ na cidade de São Paulo com a proposta de menor aporte de recursos a ser pago pelo poder concedente sendo a vencedora.

O ganhador terá o direito a exploração por 30 anos, deverá promover melhorias e atualização de sistemas.

Para garantias da proposta, o concorrente deverá ofertar o valor correspondente até 1% do total de investimentos previsto e como condições da assinatura do contrato, o vencedor deverá constituir a concessionária (SPE), integralizar capital social, contratar garantia de execução, comprovar experiência no ramo de operação do transporte público e se for um fundo de investimentos, comprovar integralização de capital exigido no edital.

Fonte: ABIFER

Ligação entre Aeroporto de Guarulhos e CPTM sai até o fim de 2023, afirma Ministro da Infraestrutura.

Postado em: 19-08-2021 por:cptmcampinas | Visitas: 80 | Comentários:0

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A ligação ferroviária entre o Aeroporto Internacional de Guarulhos e os terminais de passageiros da Linha Jade, da CPTM, será inaugurada até o final de 2023. A previsão foi dada ao Poder360 pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, logo após a sua participação no seminário virtual “Indústria em debate: infraestrutura e retomada da economia”, realizado nesta 4ª feira (18.ago.2021) pelo jornal digital e pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Segundo Freitas, as obras devem ter início em janeiro de 2022 e devem durar 24 meses.

Os recursos, estimados em R$ 145 milhões, serão retirados da outorga da GRU Airport, concessionária que administra o aeroporto. “Uma parcela da outorga vai virar o investimento na ligação ferroviária da última estação da CPTM até os três terminais de Guarulhos, que vai atender de maneira mais eficiente os usuários do metrô de Guarulhos”, disse Tarcísio.

Toda a transação foi estabelecida em um aditivo ao contrato atual da concessão, aprovado em julho pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

Atualmente, quem usa os trens ao sair ou chegar ao aeroporto precisa pegar um ônibus.

Originalmente, o projeto da Linha Jade da CPTM chegaria ao aeroporto. Mas a obra nunca saiu do papel porque a concessionária não autorizou. O plano da GRU Airport era instalar um pequeno trem para fazer a conexão. Mas não houve recursos para a obra.

Fonte: ABIFER

[VÍDEO] Audiência Pública – Projeto Trem Intercidades

Postado em: 16-08-2021 por:cptmcampinas | Visitas: 107 | Comentários:0

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10 Anos da Campanha CPTM Campinas

Postado em: 12-08-2021 por:cptmcampinas | Visitas: 176 | Comentários:0

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Neste dia 12 de agosto de 2021, decorre o 10º ano da CAMPANHA CPTM CAMPINAS, pelo SINDPAULISTA visando a extensão das linhas férreas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), de Jundiaí até Campinas, atendendo os municípios de Louveira, Vinhedo e Valinhos, que somados a população de Jundiaí e Campinas, supera os 2 milhões de habitantes.

Hoje os trens metropolitanos da CPTM, através da linha 7 (RUBI) já interligam a cidade de Jundiaí à São Paulo, a um preço de R$ 4,40 – a extensão destas linhas até Campinas, em muito facilitaria a vida da população, com um ganho considerável em sua mobilidade pelas cidades da região, visto que a soma populacional, atinge mais de 2 milhões de habitantes.

O lançamento da Campanha ocorreu em 2011, com a realização da primeira audiência pública, realizada no salão vermelho, da Prefeitura Municipal de Campinas, com a presença de várias autoridades públicas, políticos de nossa região, e população campineira.

Além da audiência inaugural realizada em Campinas, neste site encontra-se os vídeos das audiências públicas realizadas em Louveira, Vinhedo, Valinhos, Jundiaí, São Paulo (ALESP – Assembleia Legislativa) e Americana, bem como, eventos e reuniões realizados junto à Diretoria da CPTM, Reuniões com os Prefeitos dos Municípios interessados, abaixo assinados, e outras reivindicações em prol dos trens de passageiros da CPTM até Campinas.

Os Governadores do Estado de São Paulo, (Geraldo Alckmin e João Dória) não atenderam os anseios da população, sempre alegando problemas e falta de verbas, relegando o transporte de passageiros, que é de suma importância para nosso Estado, em especial para a população mais pobre.

Relembramos que a cada novo período eleitoral (de 4 em 4 anos) o transporte ferroviário de passageiros ganha relevância e torna-se promessa de campanha dos candidatos ao Governo do Estado, e por certo, em 2022 não será diferente.

Considerando-se que as rodovias que ligam nossa região à Capital, encontram-se totalmente saturadas e com constantes congestionamentos diários, e que, o perfil deste trecho ferroviário com apenas 40 quilômetros entre Jundiaí e Campinas, onde já existem linhas duplas, oficinas de manutenção, e estações que poderiam ser aproveitadas, barateando sobremaneira o custo das obras, beneficiando a população destes municípios.

É vergonhoso, porém verdadeiro: O ESTADO DE SÃO PAULO, A LOCOMOTIVA DO BRASIL, não ter trens de passageiros nestas regiões, caracterizando uma total falta de consideração e respeito de nossos governantes com o povo PAULISTA.

Ariovaldo Bonini Baptista
Diretor Vice-Presidente

Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias Paulistas
Campinas – São Paulo – Brasil

Projeto do Trem Intercidades tem prazo para o ano de 2027 e pode atender cerca de 60 mil pessoas.

Postado em: 05-07-2021 por:cptmcampinas | Visitas: 200 | Comentários:1

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A nova linha ferroviária ligará São Paulo a Campinas em 75 minutos, passando por Jundiaí e oferecendo conforto com preços compatíveis aos ônibus.

O governo do estado de São Paulo está nos preparativos finais de apresentar o projeto do Trem Intercidades (TIC) entre São Paulo, Jundiaí e Campinas. A nova linha atenderá cerca de 60 mil pessoas por dia, fará o trajeto entre Campinas e São Paulo em 75 minutos e terá preço competitivo com os ônibus intermunicipais, além de oferecer atrativos para maior conforto dos passageiros.

O secretário executivo dos Transportes Metropolitanos, Paulo Galli, fez uma projeção de quando o serviço poderá ser iniciado. Segundo ele, é possível que isso ocorra quatro anos após o início da implantação, estimada para ocorrer a partir de 2023. Ou seja, 2027.

“Faremos uma audiência pública em breve, provavelmente na primeira semana de agosto para apresentar o projeto à população e às empresas interessadas em investir. Depois disso, temos de 70 a 90 dias para responder e acrescentar no projeto as sugestões que considerarmos vantajosas”, comenta Galli.

A previsão é que pelo menos 60 mil passageiros por dia utilizarão o TIC São Paulo-Campinas, para uma população que beira os 27 milhões de pessoas considerando as regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas, além do Aglomerado Urbano de Jundiaí (AUJ).

Segundo as explanações do secretário executivo, o projeto teve que ser readequado dentro das limitações financeiras e do cenário atual que estamos enfrentando.

O projeto buscou compatibilizar o menor investimento dentro da maior eficiência possível. Originalmente o custo do projeto do TIC era orçado em US$ 5 bilhões, o que seria equivalente a R$ 25,5 bilhões. “Esse valor, no entanto, ainda é bastante abstrato visto que o projeto passará por diversas modificações”, pontua.

As obras do TIC serão contratadas pela iniciativa privada. O projeto é complexo e necessitará de vultosos investimentos que serão compartilhados entre o governo do estado e a futura concessionária. Uma questão imprescindível, que foi questionada pelo vereador Paulo Gaspar, de Campinas, foi sobre a matriz energética que será utilizada nos novos trens.

Paulo Galli prevê que o contrato com a iniciativa privada para o início das obras seja assinado em junho de 2022, com prazo de quatro anos para a entrega de pelo menos alguns serviços mais essenciais.

 

Adesão

O secretário afirma que o projeto do Trem Intercidades teve adesão de todas as prefeituras envolvidas e é visto com ótimos olhos pelas gestões municipais. “Estive com o prefeito Luiz Fernando Machado (PSDB) e com o gestor José Antonio Parimoschi pela primeira vez em 2019 e temos mantido contato desde então. Diálogos com as prefeituras são fundamentais, principalmente para tratar dos impactos e interferências da linha rodoviária em cada município”, argumenta Galli.

“Os investimentos proporcionarão à cidade crescimento, desenvolvimento e atração de mais empresas, o que impactará diretamente na geração de emprego e renda para a população. O transporte ferroviário agrega inúmeros benefícios a toda a região”, comentou o prefeito Luiz Fernando Machado.

Uma das principais preocupações do governo estadual é criar atrativos para a utilização do TIC em detrimento dos transportes individuais e até dos ônibus intermunicipais. “Haverá uma tarifa máxima, equivalente ao um ônibus, mas com a liberdade de se praticar taxas menores, promoções, compras a longo prazo, pacotes de passagens etc. A capacidade do trem será de 500 passageiros sentados, com ar condicionado e wi-fi para dar maior conforto aos usuários”, finaliza Galli.

 

Linha 7 – Rubi

Além desses trens, a concessionária deverá adquirir outras oito composições para o serviço Intermetropolitano (TIM) entre Francisco Morato e Campinas. Não está claro ainda quais serão as características desses trens, mas devem ficar próximos às séries que hoje operam na CPTM.

A futura operadora privada também ficará incumbida de construir a nova estação de Água Branca, que unirá as linhas 7 e 8 com a Linha 6-Laranja do Metrô.

 

Cargas

Entre as obrigações contratuais da futura operadora do das obras do TIC e da Linha 7 estão a construção de 150 km de novas vias energizadas e sinalizadas, revitalização e reconstrução de outros 50 km para a via de carga entre Campinas e Jundiaí, construção de novas estações (Lapa e Água Branca), reconstrução das antigas estações de Vinhedo e Valinhos além de reforma de Louveira, Jundiaí e Barra Funda, neste caso para adequá-la a receber o TIC.

Fonte: ABIFER

União em favor do Trem Intercidade.

Postado em: 26-03-2021 por:cptmcampinas | Visitas: 51 | Comentários:0

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Foto de Ricardo Lima / Correio Popular

Secretário de Transportes Metropolitanos prega parceria do Estado com Campinas para projeto deslanchar.

 

Alexandre Baldy, secretário estadual de Transportes Metropolitanos, visitou a Estação Cultura ontem, junto do prefeito de Campinas, Dário Saadi, para conhecer um dos patrimônios históricos da cidade, que vai integrar o projeto Trem Intercidades. Na primeira fase do programa, o trem ligará Campinas a São Paulo. Na sequência, irá até Americana. Segundo o secretário, o projeto será modelado este ano e o leilão da concessão deve ocorrer até 2022.

O projeto prevê três tipos de operação: um trem expresso, que ligará Campinas a São Paulo em 60 minutos; um trem intermetropolitano, que não deve parar em todas as estações; e um trem parador, conectando as estações de Vinhedo, Valinhos e as que existem na linha 7 da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que fará o trajeto em cerca de duas horas. De acordo com Dário Saadi, o trem é uma demanda histórica do setor de transporte em Campinas, que está sendo aguardado há anos. “É importante a visita do secretário para ele conhecer in loco onde será o ponto final do trem”, afirmou o prefeito.

Baldy reforçou que a visita ocorreu para conhecer a Estação. O intuito, segundo o secretário, é atender todas as cidades que vão participar do projeto, da melhor forma possível. “O Trem Intercidades é muito importante. Ele representa a retomada do trem de passageiros e de cargas, entre duas cidades relevantes no cenário estadual e nacional. Retomamos o programa para valer. A Estação Cultura tem um enorme potencial para maximizar o aproveitamento do projeto na cidade. Queremos valorizar esse equipamento cultural de Campinas”, explicou o secretário.

Saadi lembrou que a Estação é uma área da União que foi cedida temporariamente para o município, com a finalidade de promover atividades culturais no local. “Ainda não sabemos como a Estação será usada, por isso é importante a vinda do secretário até Campinas, para conhecer o espaço. Mas vamos atuar juntos, município e Estado, para viabilizar a implantação do trem o quanto antes”, afirmou o prefeito.

O governo federal, através do Ministério da Infraestrutura, tem apoiado a viabilização do projeto, de acordo com o secretário de Transportes Metropolitanos. “A renovação da malha ferroviária da MRS [empresa da área de logística] é muito relevante quanto estratégia para viabilizar o projeto. E isso tem caminhado muito bem, através do Tribunal de Contas da União (TCU). O nosso objetivo é ampliar a capacidade de uso da Estação Cultura, o que ainda não foi definido. É necessário unir esforços com Campinas, para o projeto sair do papel”, reforçou Baldy.

A implantação do Trem Intercidades depende ainda da renovação do contrato da MRS, que opera o transporte de cargas na malha ferroviária federal. Segundo o secretário, as negociações estão indo bem. Segundo a Prefeitura, com a prorrogação do contrato por mais 30 anos, haverá investimentos, entre eles a segregação das linhas destinadas a cargas e a passageiros, para que o trem possa circular. A previsão é que o TCU dê o aval para a renovação antecipada da concessão no início do segundo semestre.

Fonte: Correio – RAC

Governo Doria quer ligar SP a Campinas com linha inspirada em trem de Miami/EUA.

Postado em: 28-01-2020 por:cptmcampinas | Visitas: 1.255 | Comentários:0

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Pela quinta vez em 16 anos, o governo de São Paulo promete um trem entre a capital paulista e Campinas. Agora, o projeto é uma linha inspirada no Brightline, que conecta Miami, Fort Lauderdale e West Palm Beach e se apresenta como o único serviço ferroviário de passageiros dos Estados Unidos com proprietários e operadores particulares.

Por aqui, a ideia do governo tucano é também deixar para a iniciativa privada as obras e a operação do futuro serviço, batizado de TIC (Trem Intercidades Paulista). A ferrovia deverá se estender até a cidade de Americana, a 40 quilômetros de Campinas e a 130 quilômetros de São Paulo.

A linha é promessa de campanha do governador João Doria (PSDB), que afirma que desta vez as obras sairão do papel, embora não apresente prazo para início da operação.

Decisão federal ajuda trem paulista.
Segundo o secretário de Estado de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy, a pasta quer terminar até dezembro as audiências públicas e a assinatura do contrato para início das obras.

Doria chegou a incluir outros trechos no seu plano de transporte ferroviário, mas o trajeto até Americana é tratado como prioritário.
No fim do ano passado, uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) deu um empurrãozinho ao projeto.

Questionado pelo Ministério da Infraestrutura se era possível renovar a concessão da malha ferroviária federal em vez de realizar nova licitação, o TCU aprovou a renovação sob a condição de que todas concessionárias de logística, hoje operadoras da malha, executem diversas obras de melhoria.

Dessa forma, a concessão das vias para transporte de carga que vence em 2028 deverá se estender até 2058 e implicará numa série de investimentos da parte das concessionárias.

No caso do Estado de São Paulo, onde a malha ferroviária federal tem 2.000 quilômetros e corta 70 cidades, a contrapartida é que as concessionárias facilitem a futura implantação do transporte de passageiros.

“Economizamos em desapropriações, eventuais licenciamentos e com a utilização da própria malha férrea”, afirma o secretário ao UOL.
Segundo Baldy, a decisão do Tribunal favorece também os projetos de trem para o Vale do Paraíba, Santos e Sorocaba, em estudo pelo governo. “Mas vamos finalizar o para Americana primeiro”, diz.

Além das empresas de logística que renovarão a concessão e farão obras para permitir a implantação do trem de passageiros, será feita licitação para escolher empresa que operará o sistema e também fará parte das obras. “É provável que as empresas tenham de construir uma via dedicada para carga pelo menos a partir de Perus”, afirmou Baldy.

SP-Campinas em uma hora.
Baldy afirmou que o governo trabalha neste momento na modelagem do projeto, mas há várias decisões que já foram tomadas e outras medidas, cogitadas.
O tempo de viagem é uma delas: deverá ser de uma hora entre São Paulo e Campinas, para ser competitivo com o automóvel e o ônibus.

A secretaria estimou potencial de 65 mil passageiros por dia no trajeto. Outro item a ser definido é o preço. Hoje, a viagem de ônibus custa R$ 28. É provável que o trem seja movido a biodiesel, assim como ocorre no trem da Flórida, e não eletrificado.

Um dos pontos quase pacíficos, de acordo com o secretário, é que a composição terá linha férrea dedicada ao expresso. Para conseguir cumprir o trajeto de pouco mais de 100 quilômetros entre Campinas e São Paulo em uma hora, será necessário que o trem circule a uma velocidade superior a 120 quilômetros por hora, contando o fato de que poderá parar em cidades do caminho, como Vinhedo e Valinhos, endereço de muitos trabalhadores da capital.

Extensão da linha 7-Rubi.
O trem para Americana será uma extensão da Linha 7-Rubi, que hoje liga a estação da Luz, em São Paulo, a Jundiaí, em uma hora e meia de viagem. Na primeira semana de janeiro de 2019, conta o secretário, ele se reuniu com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Baldy afirma que as intercorrências na relação entre Jair Bolsonaro (sem partido) e Doria (PSDB), que passou a criticar o presidente, não afetaram os andamentos do projeto. “Para nós, não mudou nada. O tratamento segue sendo o mesmo”, afirma Baldy.

O trem de Miami.
Na Flórida, o Brightline funciona desde maio de 2018 e liga Miami Central a West Palm Beach, a 110 quilômetros, em uma hora, com parada em Fort Lauderdale. Enquanto as ações da companhia brilham na Bolsa de valores americana, acidentes fatais sem explicação aparecem periodicamente nos jornais da Flórida. No mais recente, do dia 19 de novembro, o trem se chocou com um carro, e o motorista do carro morreu. O trem corta áreas urbanas com uma velocidade que ultrapassa 130 quilômetros por hora.

A operadora anunciou a chegada a região de Tampa para logo mais e a disposição de fazer o trajeto até Orlando, a 380 quilômetros de Miami, em três horas. A estação final a ser construída pela empresa Virgin deverá ser localizada próxima de algum dos parques temáticos da cidade. Há versão em português no site, devido a demanda de brasileiros na área.

“É um projeto que guarda semelhanças com o nosso, por ser de um estado que está retomando o transporte ferroviário após décadas de expansão rodoviária, por conectar também uma grande região metropolitana”, analisa o secretário Baldy.

Fonte: ABIFER

Trem Intercidades volta a ser discutido em audiências públicas a partir do mês de Abril.

Postado em: 24-01-2020 por:cptmcampinas | Visitas: 570 | Comentários:1

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As consultas devem começar pelos municípios envolvidos com a primeira parte do projeto, que envolve as regiões metropolitanas da Capital, Jundiaí e Campinas.

Os municípios que serão cortados pelo TIC (Trem Intercidades), que ligará São Paulo a Americana, passando por Campinas, terão audiências públicas em abril para discutir os impactos ambientais e sociais do projeto. As consultas devem começar pelos municípios envolvidos com a primeira parte do projeto, que envolve as regiões metropolitanas da Capital, Jundiaí e Campinas. Depois, serão feitas audiências na Baixada Santista e na Região do Vale do Paraíba, que devem fazer parte do projeto no futuro.

A construção do modal de transporte, que está há 16 anos no papel e já teve pelo menos quatro projetos diferentes, deve ser licitada até o final do ano. A expectativa é que o eixo de Campinas a São Paulo seja viabilizado por uma PPP (Parceria Público-Privada), que incluirá a implantação do TIC e a operação, manutenção e conservação da Linha 7-Rubi.

A estimativa é que esse trecho custe pelo menos R$ 7 bilhões, mas em reunião em Campinas com o Conselho de Desenvolvimento da RMC nesta terça-feira (21), o secretário executivo da Secretaria de Transportes Metropolitanos do Estado, Paulo Galli, se esquivou de falar em valores.

O deputado estadual Rafa Zimbaldi (PSB-SP), presidente da Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais da Assembleia Legislativa, explicou que a organização das audiências começa em fevereiro. “Vão participar a população, a Secretaria de Transportes Metropolitanos e o deputados que participam da comissão. O trem intercidades é prioridade da comissão e deve ser o foco da nossa pauta”. O grupo espera que o edital de licitação saia em junho.

RAIO-X

Na reunião, Galli apresentou detalhes do funcionamento dos trens. A primeira fase do TIC vai construir a ligação da estação Barra Funda, na Capital, até Campinas, utilizando a Linha-7 Rubi. O serviço expresso que percorrerá 100 quilômetros em uma velocidade média de 95 km/h até Campinas, sairá de São Paulo e fará uma parada em Jundiaí, em um tempo estimado de viagem de 1 hora e 5 minutos. Esses trens terão capacidade para até 500 passageiros sentados.

Já o chamado “serviço parador” terá nove paradas em 65 quilômetros, saindo de Francisco Morato e passando por Botujuru, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista, Jundiaí, Louveira, Vinhedo, Valinhos e Campinas. Os trens farão a viagem em 1 hora e 8 minutos. A fase 2, de Campinas a Americana, terá 36 quilômetros.

Haverá um período de transição da linha da CPTM até a concessão, e para o TIC serão necessárias intervenções e obras nos trilhos entre Jundiaí e Campinas concedidos pelo governo federal e por onde passam os trens de cargas.

Fonte: ABIFER

TCU destrava projeto do Trem Intercidades.

Postado em: 01-12-2019 por:cptmcampinas | Visitas: 884 | Comentários:0

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Com a aprovação pelo Tribunal de Contas da União (TCU) da renovação antecipada da concessão ferroviária da Malha Paulista da Rumo, a Secretaria de Transportes Metropolitano começará a definir a modelagem financeira da concessão do Trem Intercidades (TIC) que ligará Campinas a São Paulo e que englobará o TIC e a linha 7-Rubi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O secretário Alexandre Baldy informou que, com a aprovação, não existem mais empecilhos para a implantação do projeto. A previsão é que o contrato de concessão seja assinado em 2021.

O governo do Estado tem a promessa do ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, de que o governo vai impor, entre as condicionantes para prorrogar a concessão ferroviária da Rumo Logística, a liberação da faixa de domínio da ferrovia, entre Americana e São Paulo. Baldy e o vice-governador Rodrigo Garcia (DEM) estiveram quarta-feira no TCU com o ministro Vital do Rêgo Filho, para defender a antecipação da renovação antecipada da concessão da malha paulista. Com a renovação, o contrato, que venceria em 2028, ganhou mais 30 anos e se estenderá até 2058.

O cronograma anunciado pelo governado do Estado para a implantação do trem está mantido. O edital de concessão, que abrangerá o TIC e a linha 7-Rubi da CPTM, será lançado em junho de 2020. Os dois serviços serão concedidos em conjunto, porque compartilharão parte das vias e estações, o que tornará a concessão mais atraente, porque quase meio milhão de pessoas usa a linha 7 diariamente entre São Paulo e Jundiaí. O contrato terá previsão para que o futuro concessionário possa optar pela extensão do traçado até o Aeroporto Internacional de Viracopos em um horizonte de médio prazo, estabelecendo gatilhos de demanda de passageiros para a viabilização da extensão.

O eixo Campinas a São Paulo será viabilizado por parceria público-privada (PPP) que incluirá a implantação do TIC e a operação, manutenção e conservação da Linha 7-Rubi. O governo estuda trocar o trecho da Linha 7 por um serviço metropolitano entre Francisco Morato e Campinas, com paradas em Louveira, Vinhedo, Valinhos e Jundiaí. Com isso, haveria um trem expresso entre Campinas, Jundiaí e São Paulo e outro parador, incluindo Louveira, Vinhedo e Valinhos.

O governo prevê concluir até o final do ano o modelo financeiro que deverá definir estes serviços. As audiências e consultas públicas ocorrerão até março de 2020, com publicação do edital em junho e assinatura dos contratos em 2021. Haverá um período de transição da linha da CPTM até a concessão, e para o TIC serão necessárias intervenções e obras nos trilhos entre Jundiaí e Campinas concedidos pelo governo federal e por onde passam os trens de cargas.

O Trem Intercidades prevê viagens expressas com paradas de 50km ou 200km. Os trens deverão ainda ter ar-condicionado, Wi-fi, serviço de bordo e velocidade acima de 120 km/h. A concessão terá prazo de 30 anos e deve investir cerca de R$ 7 bilhões que incluem melhorias na Linha 7-Rubi. Nos cálculos do governo, a viagem de cerca de 100 km entre Campinas e a estação Barra Funda levará uma hora, já a ligação entre Jundiaí e a capital paulista pelo Trem Expresso deverá levar apenas 30 minutos, bem mais veloz do que utilizar a linha da CPTM atualmente.

O uso compartilhado entre trens de carga e de passageiros na ferrovia entre Jundiaí e Campinas não enfrentará problemas, porque a Rumo já assinou um termo de compromisso com o governo do Estado, quanto à utilização do trecho. É uma ligação que tem maior vocação para o transporte de passageiros, por ser contíguo ao trecho da CPTM e também por ter o maior contingente populacional. Segundo a concessionária, esse trecho tem pequeno tráfego de cargas e pode ser compartilhado.

Fonte: Correio – RAC

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